}

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Escritores de Ivaí - André Jorge Catalan Casagrande

Por Patricia Christmann

Bom dia queridos leitores.
Fim de ano já esta chegando, e nada melhor do que um belo presente não é!
Então hoje o presente é para a minha cidade, Ivaí, que pode conhecer mais um escritor que reside aqui pertinho.

                                  



André Jorge Catalan Casagrande 



"Nasci em Paranavaí, noroeste do Paraná. Moro em Ivaí há 5 anos.  Sou professor e pastor presbiteriano. Tenho preferência por literatura contemporânea e por autores nacionais. Meus escritores prediletos são: Raduan Nassar, Cristóvão Tezza e Miguel Sanches Neto. Acrescento que os dois últimos são autores paranaenses. No momento estou lendo 'Eles eram muitos Cavalos' de Luiz Rufatto, romance vencedor do prêmio Machado de Assis de literatura em 2001. Também tenho destinado atenção especial à obra de Maria Valéria Rezende, vencedora do prêmio Jabuti 2015. Sou casado com Marcela, minha principal incentivadora e a quem dediquei meus dois primeiros livros. " diz o escritor.


Graduado em Teologia e em Letras. 
Mestrado em Ciências da Religião, com concentração em religião e literatura. 
Atualmente, faz doutorado em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. 
Estudo a obra do escritor mineiro Frei Betto (que conta com 60 livros publicados), por quem tem grande admiração e estima. Aliás, seus livros contam com a chancela de Frei Betto na contracapa.

Livros


André escreveu dois livros.

Jesus na ótica da literatura

O primeiro, intitulado Jesus na ótica da literatura, onde o autor faz uma análise teológico-literária de Jesus enquanto personagem da ficção. Seu foco principal de análise é o Cristo presente na literatura brasileira.
















A Utópica Teresevile

Seu segundo livro é um romance histórico. A utópica Teresevile narra a implantação de uma colônia socialista e anti-escravocrata no interior do Paraná, em meados do século XIX, por Jean-Maurice Faivre, médico da corte do imperador D. Pedro II. 
No seu romance a saga do médico francês se atrela a de um quilombo existente nas imediações da colônia e se desdobra numa relação amorosa entre um escravo forro e uma jovem francesa. 
A história praticamente ignorada da Colônia Agrícola Tereza Cristina é, portanto, o ponto inicial para sua estreia na ficção. A utópica Teresevile repensa a civilização, retrata elementos da cultura negra no sul do Brasil e explora tematicamente o desbravamento do território paranaense.






Contato: jorgecatalan@bol.com.br